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sábado, 8 maio 2021
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Os bastidores da saída de Renato Gaúcho do Grêmio

Excesso de críticas, desgaste entre os membros de alguns grupos, embate entre Romildo Bolzan e a ala contrária à permanência do técnico, entre outras situações, ajudaram a dar fim, nessa última quinta-feira (15/04), à trajetória de mais de 4 anos do técnico Renato Gaúcho à frente do Grêmio.

A saída do treinador não teve nada de tranquila. Foram necessários inúmeros contatos, muito desgaste pessoal, trocas agitadas de telefonemas, para que o personagem mais vitorioso do clube – cotado até para receber uma estátua em sua homenagem – decidisse, pessoalmente, e por meio de um telefonema ao presidente, encerrar essa sua vitoriosa passagem pelo clube gaúcho.

Para completar, a eliminação precoce diante do Independiente del Valle, em plena Arena do Grêmio, nesta quarta-feira (14/04) pela Libertadores, serviu como o ingrediente que faltava para que o técnico, já bastante criticado por alas influentes do Conselho Administrativo da instituição, tomasse a iniciativa de ele mesmo encerrar essa sua trajetória no comando do tricolor.

Clima quente nos bastidores determina a saída de Renato Gaúcho do Grêmio

Mas o que parecia iminente configurou-se como uma realidade quando o vice-presidente do Grêmio, Cláudio Oderich, logo após a derrota para o time argentino na fase de mata-mata da Libertadores, confirmou que a saída de Renato Gaúcho era uma realidade possível, dada a insatisfação da torcida, os resultados dos últimos anos, a realidade do futebol brasileiro nesse período de pandemia, entre outras razões.

Para piorar, várias personalidades influentes no clube, mesmo sem cargos de comando, e ainda com o apoio de Oderich, robusteciam a ala “antirrenato”; enquanto cabia apenas a Romildo Bolzan, atual presidente, tentar apagar um incêndio que agora já se tornava incontrolável, em especial após os rumores (não confirmados) de que o treinador já até conversava com o Flamengo.

E por conta do excesso de críticas, queda dos investimentos e do longo período no comando da equipe, Renato Gaúcho deixa o Grêmio como o técnico com o maior tempo no comando de um clube grande na história do futebol brasileiro e como ídolo máximo do “imortal tricolor gaúcho”.

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