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sexta-feira, 3 dezembro 2021
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Argentina culpa commodities por inflação a 53%: mas, o que isso quer dizer?

A Argentina, liderada por governo de esquerda de Fernández, acusa das commodities pela altas da inflação no país, que já possui o acumulado na faixa de 53% nos últimos doze meses, valor ainda mais alto que o Brasil, que possui a marca de 10,67% e da Turquia, que chega a 19% de acordo com o Poder Data. 

Não é o primeiro ano em que o país argentino enfrenta altas do IPCA, anteriormente à pandemia, a crise já era notada. O presidente, no entanto, argumenta que as expectativas econômicas são positivas: o previsto é terminar o ano em 9%. Em transação direta do real para o peso argentino, a cada R$ 1 consegue-se comprar 18,37. 

Mas, o que isso quer dizer? O que são Commodities?

De forma sintetizada, as commodities são valores que são obtidos através de negociações que determinam o preço de produtos primários em escala internacional como é o caso do arroz, petróleo e até mesmo minérios. Os valores geralmente são determinados em dólar e, por isso, quando aumentam, é comum que os impactos sejam direcionados principalmente a países com a moeda mais desvalorizada. 

Por exemplo, o petróleo, em apenas um ano, teve alta de 120% no preço do barril, que é em dólar. Por isso, a Petrobras realizou aumentos regressivos e de forma quase que mensal em relação a reajustes. O mesmo vale para o ferro que, de acordo com o G1, aumentou 5% no ano de 2020 e impactou diretamente na construção civil: no último mês, o IPCA no setor teve uma variação de 1% para mais. 

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Com a alta de preços, há uma tendência da inflação aumentar e de haver mais dinheiro em circulação. E, de acordo com a  Argentina, essa seria uma das principais causas de instabilidade econômica no país. Grupos de direita, no entanto, acusam o governo de uma má administração. 

Daiane Souzahttp://visaoconfiavel.com/
Formação em jornalismo pela Uniasselvi e em história pela FURB. Amante, desde o ano de 2017, pela produção de conteúdos, notícias e redação em geral. Atualmente, trabalha como redatora da agência jornalística Visão Confiável (http://visaoconfiavel.com/).

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