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sexta-feira, 30 julho 2021
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Banco Central olha para a inflação de 2022

Nesta terça feira (13), o presidente do Banco Central afirmou que há muita preocupação com a alta dos juros para o ano que vem, que deve exceder as expectativas desse ano. De acordo com Roberto Campos Neto, a inflação para o ano de 2022 tem previsões altíssimas, e revelam que a política monetária fará efeito.

Devido a alta contaminação da covid-19, a inflação também vem crescendo a alcançando todas as expectativas dos especialistas que garantem que a economia terá o maior movimento já esperado pelo mercado, principalmente pela alta taxa dos juros da Selic. Mesmo avaliando um horizonte a conta do curto prazo é o que acaba tendo mais efeitos, segundo o presidente do Banco Central.

Para os efeitos esperados em 2022, a pressão inflacionária recebe as expectativas do próximo ano, e mesmo tendo uma estrutura temporária, de acordo com Campos neto, grande parte da alta dos preços se dpa através do movimento das commodities.

Leia mais: Banco Central espera crescimento ainda menor do Brasil em 2021

O presidente do Banco Central e a autarquia dos preços

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Acompanhando o preço do câmbio o presidente do Banco Central afirmou que o real, está estável nas últimas semanas, mas é preciso ficar atento a todo o sistema, já que ele é flutuante e se encontra em um momento instável. Porém, afeta toda as expectativas da inflação.

Durante a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), o valor da Selic subiu em 0,75%, e agora soma o valor de Selic total de 2,75% ao ano. Como uma resposta para essa elevação e preços, as expectativas do mercado também aumentam, e Campos Neto reitera sobre a sinalização da decisão do Banco Central sobre aumentar esse percentual. O próprio Ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou os efeitos que esse aumento de valor poderia causar na economia, e mencionou isso, frente a uma autoridade monetária para que Campos Neto tivesse mais coordenação entre o ministério e o Banco Central. Em tempos de crise, tudo precisa ser muito bem avaliado e coordenado para não prejudicar ainda mais a política monetária.

 
Susan Nogarthttps://manchetesdodia.com/
Susan Nogart, 30 anos. Formada em Ciências Biológicas e Produção de conteúdo para Web, ama animais, ciências e comportamento e é apaixonada por escrever. Trabalha com criação há mais de 10 anos.

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