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terça-feira, 3 agosto 2021
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CPI: Eliziane diz que Emanuela Medrades não pode ficar em silêncio durante toda a comissão

Eliziane Gama se manifestou na abertura da CPI da Covid-19 sobre o habeas corpus que foi solicitado por Emanuela Madrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos, na última segunda-feira (12). Ela está sendo acusada de fazer parte das negociações com a empresa Covaxin. 

A empresa Covaxin é chinesa e estava vendendo uma das doses mais caras já negociadas pelo governo, o preço estava acima da Pfizer e Astrazeneca. Um servidor público acusou Blanco e outros indivíduos de estarem oferecendo a propina de US$ 1 para cada dose que fosse negociada. 

Em suma, esse mesmo servidor Santana também argumentou que o Invoice da marca Covaxin também continha problemas graves como a falta de informações em relação ao endereço da fabricante. Além disso, havia solicitado que o pagamento fosse antes da entrega das doses. 

Gama, senadora integrante da CPI, disse que a técnica não poderia ficar em silêncio durante a CPI e que o direito estava garantido somente para fatos que a incriminasse e que deveria contar com a verdade nas outras questões. 

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“O abuso no direito de ficar em silêncio nesta comissão, não pode ser permanente (…) Nós tivemos, na semana passada aqui, notas feitas pelas Forças Armadas, condições reafirmadas pelo comandante das Forças Armadas (…) Elas nem estão na linha de frente. (…) Então neste sentido, presidente, o ministro Braga, que foi ministro da Casal Civil (…) ele tem que ser convocado (…) ele está dentro do governo (…) se for necessário, ele terá que ser convocado.”

A mesma senadora também disse que Braga deveria ser chamado para ser interrogado pela CPI e que não importa se ele é membro das Forças Armadas, que isso não é uma justificativa para não ser chamado. 

Outros senadores também pediram a liberação de e-mails de Braga, ex-ministro, desde o ano de 2016, quando houve o golpe contra a presidente Dilma com pautas bombas. 

 

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