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terça-feira, 3 agosto 2021
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CPI: senador pede a liberação de emails de Braga durante o golpe contra Dilma Rousseff

Um dos senadores da CPI acusou o presidente Bolsonaro de colocar as Forças Armadas na administração de várias instituições do Estado brasileiro. Disse que não tinha nada contra o governo, mas que é uma grande mistura ao colocar uma natureza que não tem a capacidade de realizar determinada atividade. Depois disso, solicitou que o ministro Braga tivesse todas as suas comunicações via e-mail liberadas para a análise da CPI. 

O senador argumentou que deseja ver o que foi dito quando a presidente Dilma foi tirada do cargo sem ter cometido sequer um crime. Analistas argumentam que houveram golpes do estado contra a presidente ao aprovar pautas bombas e recusar todos os projetos que a mesma criasse. “Quero ver se isso é verdade, se a nossa democracia amadureceu“, acrescentou. 

“O que nos faz estar aqui, é a democracia (…) Portanto, é intolerável que qualquer membro deste parlamento assuma a defesa de qualquer integrante de qualquer integrante de qualquer instituição republicana que ofenda a liberdade de expressão

“Essa mistura que o governo Bolsonaro tem feito, não que eu tenho alguma coisa contra (…) Nós temos instituições de ponta que são comandadas pelas nossas Forças Armadas, e portanto, não se trata de qualificação”

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A transmissão da CPI está ocorrendo ao vivo através do portal TV Senado e pode ser assistida ao clicar aqui. Durante a manhã desta terça-feira (13), já são mais de 30 mil visualizações. 

CPI

O depoimento de hoje (13) deve contar com a presença semipresencial de Emanuela Medrades, diretora técnica da Precisa Medicamentos, que está na condição de investigada em vez de testemunha.

Dessa forma, ela não deve ser obrigada a construir provas contra si mesma e autoincriminação. Ela também deve contar com a assistência de um advogado. Emanuela é investigada por fazer parte das negociações da compra da vacina Covaxin que estava superfaturada em mais de 50%. 

 

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