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terça-feira, 3 agosto 2021
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CPI: William Santana aborda sobre irregularidades da Covaxin e da propina

William Santana, que está prestando depoimento para a CPI nesta sexta-feira (09), disse que a Anvisa mandou um e-mail e disse que faltaram documentos técnicos para a compra das vacinas da Covaxin como a licença de exportação, que era um dos mais importantes para a negociação.

Disse que no mesmo dia recebeu uma análise com as principais deficiências presentes no Invoice e que estavam com inúmeros erros de grafia, mas que ignorou porque essa não era sua função, inclusive o nome do ministério.

O primeiro Invoice foi fechado no dia 18. Segundo ele, o código de nomenclatura comum da vacina não estava descrito com o número próprio e que faltavam muitas informações como o peso bruto e líquido das caixas. O nome completo e o endereço do fabricante não foram informados no Invoice. 

CPI

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Houveram acusações de que a vacina da Covaxin estava sendo negociada antes mesmo do registro da empresa.  No dia 24 de março, o documento ainda tinha erros como a forma de entrega do produto que haviam informado que a carga viria de forma marítima mas que deveria ser aérea. 

“O Invoice não informava o número de registro. Neste caso, nós sabíamos que não tinham registro”, disse Santana ao dizer que solicitou que a empresa dispusesse de mais informações e que não fizesse o pedido que o pagamento fosse antecipado porque o contrato previa o pagamento somente após a entrega dos produtos. 

Segundo ele, solicitou várias vezes que fizessem as alterações mas que o documento sempre voltava com falhas de informações. 

William Santana é um servidor público que acompanhou todas as negociações com a Covaxin, que estava sendo negociada com superfaturamento de 50%.

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Ferreira Dias, que foi preso nesta semana após mentir no tribunal e foi liberado com o pagamento de fiança, foi acusado de oferecer propinas de US$ 1 a cada vacina vendida. Ou seja, seriam mais de R$ 5,2 milhões desviados a cada um milhão de doses negociadas. 

 

 

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