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sexta-feira, 23 julho 2021
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Faraó no Egito Antigo: o marketing já existia desde lá!

Platão, em sua obra “República” viria a abordar como a população deveria ser criada para se manter temperante e cita o esporte tanto para homens quanto para as mulheres.  Manter o corpo em bom estado é estar saudável e viril e o pensamento vem desde os antigos. E isso também está relacionado ao faraó. 

Pensamento parecido estava entre os egípcios e o faraó centenas de anos antes: durante todos os anos e guerras, aquele que representaria o Deus na terra, teria que mostrar sua força física e capacidade de liderar conflitos militares.

Ele devia ser visto com forças animais. Uma inscrição rupestre encontrada no monte Sheik Suliman mostra que desde a primeira dinastia já realizavam intensas expedições para outros lugares a mando do faraó que determinava todas as estratégias militares.  

Marketing e o faraó

Mais tarde, além do registro das expedições, haveria a tentativa de marketing do governo como é o caso da Pedra de Roseta que fez citações ao Ptolemeu V, 205 a.C. a 180 a.C, para divulgar os seus feitos.  

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A literatura mostra importância da escrita para os estudos da história: “Diálogos de um desesperado” mostra o pessimismo da população durante o início do novo império. O autor mostra a vontade de voltar no tempo e mostra que o passado era melhor que aquela situação em que viviam.

O desejo de voltar ao tempo como forma de recuperar o passado, inatingível, existe até os dias atuais. A história também depende da memória e das experiências vividas, a memória depende do inconsciente que tem grande poder em determinar o que é apagado na mente dos seres humanos para que permaneça recortes.  

A partir da quinta dinastia, nota-se um aumento dos relatos escritos, o que mostra que, quanto maior a complexidade de uma civilização, mais complexos devem ser os sistemas de escrita e registros.

A Pedra de Palermo também foi um dos itens cruciais para entender a listagem de reis egípcios juntamente com o descobrimento das práticas militares da época. Nela, há a aplicação da escrita através do basalto. A escrita mostra ter um papel muito importante para os estudos do Egito, apesar de muitos relatos parecerem contraditórios em relação à datação. É então que entra um dos maiores e nobres serviços do historiador: saber separar quais são os relatos verdadeiros dos falsos visto que naquela época as mentiras também existiam. 

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“As diferentes versões de Maneton e a documentação contemporânea se contradizem, às vezes de forma desconcertante.” (pág. 58) 

Na décima sétima dinastia ocorreu a inscrição biográfica na tumba do governador Sobeknakht em que se tornou possível saber mais sobre o ataque do Egito pelo reinado Kerma e aliados. No fim do segundo período intermediário ocorre o excesso de documentações: sejam elas escritas ou não. Os reis deixam mais explícito sobre todos os feitos do governo.  

Tutmósis III escreveu anais dos quais mostra, como forma de marketing, todos os seus feitos, foi com um de seus textos que os historiadores conseguiram descobrir a importância do Vizir no Egito.  Muitas campanhas foram realizadas e foi possível ter acesso a uma série de informações sobre os concorrentes como os inventários.  

 
Daiane Souzahttps://manchetesdodia.com/
Nascida em Santa Catarina, atualmente estuda história pela FURB, atuando com a redação política. Trabalha há mais de três anos como redatora profissional experiente em SEO e Copywriter. Apaixonada por literatura, filosofia e escrita.

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