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sábado, 27 novembro 2021
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Por que economistas chamam a PEC dos Precatórios de calote contra trabalhadores?

Nesta última sexta-feira (06), o deputado federal Rodrigo Maia (sem partido) entrou com um pedido no STF, Supremo Tribunal Federal, para barrar a PEC dos Precatórios que está sendo votada nesta semana. De acordo com ele, a nova lei poderia prejudicar a população mais pobres e trabalhadores que estão com pedidos de aposentadoria, fazendo com que tenham que aceitar um valor menor do que receberam. 

O principal objetivo do projeto da PEC é retirar R$ 40 bilhões dos R$ 89 bilhões que seriam utilizados no ano de 2022 para pagar programas sociais como o Auxílio Brasil, que surgiu como uma forma de substituir o Bolsa Família e pagar um reajuste de 20% sobre o valor pago até então, saindo da média de R$ 190 para R$ 220. 

Os aposentados, professores e outros servidores públicos podem ser prejudicados com a estagnação de salários e solicitações de aposentadoria pelo INSS para que o governo federal tire uma parcela para distribuir à pessoas que vivem em condições de miséria no país. Os impactos já são sentidos com a mudança da aposentadoria, que foi para 65 anos para os homens e 60 anos para mulheres. Os caminhoneiros já ameaçaram o governo federal de greve caso a alteração da idade não seja realizada neste ano e argumentam que foram traídos pelo governo federal. 

PEC do Precatório

Diego Cherulli argumenta que houve um erro na administração pública e que a população será prejudicada a longo prazo. Portais como o FDR argumentam que o projeto é visto como uma forma de recuperar votos a curto prazo ao pagar programas sociais e distribuir renda aos inscritos no Cadastro Único, mas que pode prejudicar a administração de governos posteriores. A rejeição do presidente da República, Jair Bolsonaro, em zonas periféricas chega a cerca de 58% de acordo com o DataFolha. 

Daiane Souzahttp://visaoconfiavel.com/
Formação em jornalismo pela Uniasselvi e em história pela FURB. Amante, desde o ano de 2017, pela produção de conteúdos, notícias e redação em geral. Atualmente, trabalha como redatora da agência jornalística Visão Confiável (http://visaoconfiavel.com/).

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