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sábado, 8 maio 2021
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Nesta 2ª feira inicia-se nova fase vermelha contra a Covid-19 em São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou nessa sexta-feira (09/04) que o estado de São Paulo votará à fase vermelha por meio de uma série de medidas para o combate à Covid-19.

Essa decisão acontece após quase um mês da chamada “fase emergencial”, que acabou, segundo ele, resultando em uma queda de 0,5% nas internações por Covid-19, o que foi considerado suficiente para o arrefecimento das medidas mais restritivas.

Diferentemente da fase emergencial, a fase vermelha é menos rígida; no entanto, de acordo com declarações do atual vice-governador do estado, Rodrigo Garcia (DEM-SP), algumas medidas dessa fase emergencial ainda deverão ser adotadas, como a manutenção do atendimento virtual em todas as áreas consideradas não essenciais.

Em contrapartida, diferentemente do que havia divulgado horas atrás, Garcia anunciou o recuo do governo em estabelecer o chamado “toque de recolher”, que seria decretado entre as 20h e 5h em todo o estado, preferindo apenas manter o revezamento de entradas e saídas dos estabelecimentos ligados ao comércio, indústria e serviços.

As exigências da fase vermelha contra a Covid-19

Essa fase vermelha para o combate à Covid-19 também impede o consumo dentro de lojas, restaurantes, padarias e lanchonetes. Ela também proíbe a realização de cultos religiosos, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal; porém as escolas passarão a funcionar normalmente, após decisão que também as caracterizou como serviços essenciais.

Em síntese, esses serviços essenciais que poderão funcionar normalmente em São Paulo resumem-se em: estabelecimentos que comercializam alimentos, instituições de saúde, o sistema de logística e abastecimento, locais de entretenimento (com entrega somente por drive-thru ou retirada), serviços de segurança, construção civil, rede bancária, empresas ligadas à imprensa, escolas de educação básica e serviços de limpeza.

Por fim, ainda de acordo com o vice-governador, a decisão por retornar à fase vermelha ocorreu em razão de uma pequena diminuição (porém suficiente) da pressão sobre o sistema de saúde do estado, que ainda se vê às voltas com 88% de ocupação nas suas UTIs, entre outras dificuldades resultantes dessa que é considerada a pior fase da pandemia da Covid-19.

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