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segunda-feira, 19 abril 2021
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Ômega 3: alimentos e benefícios

O Ômega 3 é um ácido graxo que atua como um excelente substituto das calorias ingeridas por meio dos alimentos; isso porque ele é uma espécie de gordura insaturada, capaz de oferecer energia suficiente para todas as funções metabólicas do organismo, além de diminuir os níveis de LDL (o “mau colesterol”) do sangue e facilitar a produção de diversos tipos de hormônios.

Ademais, como o nosso organismo não consegue produzir essa substância, torna-se de vital importância incorporarmos às nossas dietas alimentos capazes de oferecê-la em abundância, e com isso ainda contribuirmos para o fortalecimento dos nossos metabolismos cerebrais, para as funções celulares, preservação do nosso sistema imunológico, entre outras funções tão essenciais quanto a própria substância.

Dentre os alimentos ricos em Ômega 3, destacam-se os peixes de água fria (sardinha, cavalinha, salmão, arenque, etc.), folhas e vegetais verde-escuros (brócolis, couve, rúcula, agrião, espinafre, etc.), óleos vegetais (girassol, oliva, canola, colza, etc.), linhaça, sementes de chia, nozes, castanhas, entre diversas outras variedades de alimentos.

Além do Ômega 3, quais os outros nutrientes dessa família?

O Ômega 3 é um ácido graxo que faz parte de uma família, a família das “gorduras insaturadas”. Elas subdividem-se em dois tipos: as “monoinsaturadas” (o Ômega 9) e “polinsaturadas” (Ômega 3 e 6). Todas elas produzem uma ação anti-inflamatória, protetora das células, redutora do “mau colesterol” e facilitadora de quase todos os nossos processos metabólicos.

A deficiência desses nutrientes costuma estar por trás da maioria dos quadros de aterosclerose, AVC, distúrbios cardíacos e de má-formação dos fetos; e por isso mesmo eles são os mais indicados às mães para a garantia do correto desenvolvimento dos cérebros de bebês em formação.

Por fim, sabemos que a carência de Ômega 3 também costuma estar por trás do desenvolvimento de distúrbios da mente, como a ansiedade e depressão, por exemplo, que muitas vezes são o resultado do comprometimento das ligações neuronais e celulares do cérebro, além de outros danos provocados ao longo de décadas e mais décadas de negligências com relação à saúde.

 

 

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