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sábado, 31 julho 2021
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Vacina de Oxford: Como é feita e os efeitos colaterais

Parte do mundo todo está esperando por uma oportunidade para tomar a vacina o quanto antes e acabar de vez com a pandemia do Coronavírus. Por isso, a Vacina de Oxford é uma das que está em produção para distribuição em larga escala para a população.

O uso de vacinas ainda causa um sentimento muito ambivalente em grande parte da população, que mesmo sabendo dos benefícios e eficácia do medicamento, fica com medo dos possíveis efeitos colaterais.

Vacina de Oxford
Vacina de Oxford

Para saber mais detalhes sobre como a Vacina foi desenvolvida e quais os possíveis efeitos colaterais, continue lendo.

AstraZeneca – Vacina de Oxford

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Tratando-se de uma vacina vetorial, a vacina desenvolvida na Inglaterra, é uma parceria entre a empresa sueca AstraZeneca com a Universidade Oxford. A vacina foi desenvolvida com a tecnologia de usar um vetor viral não replicante, um adenovírus.

O adenovírus é manipulado geneticamente e o gene de uma proteína da Sars-Cov-2 (vírus da Covid-19) é obtido para ser usado em uma grande quantidade de células para ser amplificado. Esses adenovírus são purificados, estabilizados e concentrados no fim, para compor a vacina final.

Leia mais: Vacina de Oxford pode proteger contra variante brasileira

Efeitos colaterais

Todo medicamento que estimule o sistema imunológico, assim como a Vacina de Oxford pode causar uma pequena reação ou efeito colateral. Um inchaço no braço ou vermelhidão no local da injeção podem aparecer, assim como febre e dor de cabeça, também são efeitos muito comuns depois de tomar a vacina.

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Essas reações são comuns durante os próximos dias já que a vacina está estimulando o sistema imunológico a produzir mais anticorpos contra uma infecção viral como o Covid-19. Em alguns casos isolados, a Vacina de Oxford provocou uma inflamação na medula espinham de um paciente que veio a óbito. O processo parou brevemente por um momento até que a inflamação fosse investigada.

Além disso, algumas outras pequenas reações foram registradas, porém com menor frequência e muito mais suaves. Na maioria das vezes em pacientes mais velhos.

 
Susan Nogarthttps://manchetesdodia.com/
Susan Nogart, 30 anos. Formada em Ciências Biológicas e Produção de conteúdo para Web, ama animais, ciências e comportamento e é apaixonada por escrever. Trabalha com criação há mais de 10 anos.

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